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Capa de Camaleão — Namahaux
Novo lançamento • Namahaux

Camaleão

Uma nova cor da Namahaux. Camaleão traduz em música a transformação, a presença e a liberdade de atravessar diferentes tons sem perder a própria essência.

Ouça Namahaux na sua plataforma favorita
Música viva

Uma reza que acontece no encontro.

A Namahaux nasce da presença: três músicos, diferentes caminhos e uma escuta comum. O som muda com o espaço, com o momento e com quem está ali.

Namahaux

Três caminhos.
Um único fluxo.

Entre violões, percussão, cantos e silêncio, a música encontra seu próprio caminho. Sem perder a raiz, a Namahaux atravessa linguagens e cria uma experiência que é, ao mesmo tempo, íntima e coletiva.

Namahaux tocando ao ar livre
Em movimento

O som também é presença.

Pequenos momentos da música acontecendo sem palco entre a banda e o ambiente.

Namahaux em apresentação ao ar livre
Formação

André Kablukow • Vitor Luz • Leo Amato

Símbolo Namahaux

A arte de rezar em mil tons.

A Namahaux nasce do encontro entre música, espiritualidade e experiência viva — um organismo sonoro em constante mutação, sensível ao espaço e ao coletivo.

Música como reza

Cada som é intenção. Cada silêncio é portal. Rezar em mil tons é escutar com o corpo e deixar a vibração revelar o que precisa ser integrado.

Espiritualidade sem fronteiras

Ancestralidade, música-medicina e psicodelia consciente com respeito, presença e responsabilidade.

O símbolo camaleão

Adaptar sem perder a essência. Ler o ambiente, mudar de cor e revelar camadas. Assim é a nossa música: viva, telúrica e luminosa.

O som em todas as cores

Cada apresentação é única: meditativa ou pulsante, suave ou intensa, guiada pela escuta e pela intenção do momento.

Formação

André Kablukow • Vitor Luz • Leo Amato. Três caminhos, três escutas, um único fluxo sonoro.

Namahaux

Os Camaleões da Música-Medicina. Espiritualidade sem fronteiras, psicodelia consciente e presença.